sexta-feira, setembro 26, 2003

A loja do mestre André

Em reaccção às criticas feitas pelo Sporting relativamente à brilhante arbitragem de Martins dos Santos no último Moreirense-Sporting (de facto, ele há pessoas capazes de tudo...), uma pessoa do corpo técnico portista que eu identifiquei vagamente como sendo o ex jogador portista André (glória futebolística do passado recente, mentor de grandes jogadores como Paulinho Santos) retorquiu dizendo que "o Sporting se deveria preocupar era com a saída do Ricardo Fernandes e não com as arbitragens".
Não posso deixar de assinalar aqui alguma falta de lógica.
Primeiro, devo dizer que posso estar enganado na identificação da pessoa em causa. Pareceu-me o André. Mas podia não ser. E aqui a primeira falta de lógica. É que a pessoa em causa -admitamos que é o André- deveria, ela sim, preocupar-se antes de mais com o seu próprio aspecto -o qual se configura situado algures entre o traficante e o chulo- antes de aparecer em frente às câmaras. Sinceramente, tive de mudar rapidamente de canal porque a minha gata, que estava a comer na sua tijelinha, ia tendo uma paragem de digestão.
Depois, e mesmo dando já de barato não compreender o que raio tem uma conversa a ver com a outra, sempre direi que em matéria de preocupação com troca de jogadores seria bem melhor o dito senhor, enquanto representante do Porto, aproveitar todas as oportunidades possíveis para estar calado. Neste campo só duas palavras : Rui Jorge e Peixe (pronto, são três palavras, mas vocês percebem).
Finalmente, cumpre-me adverti a dita pessoa que na terra dos meus pais há uma expressão que julgo muito adequada para esta coisa do Ricardo Fernandes : "tesão de mijo". Assim, cá estaremos para, daqui por uns tempos, voltarmos a falar sobre o grau de preocupação que se deve ou não ter com a saída do Ricardo Fernandes.
No mais, e quanto respeita às arbitragens, parece-me ser absolutamente evidente que o FCPorto assume aqui o papel reinvidicado pelo André e que é de enaltecer : duvido que alguém ooça os seus responsáveis queixarem-se das mesmas durante toda a época. Bem hajam.

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