Quarta-feira, Janeiro 03, 2007

MATIZES

“Manifesto uma certa antipatia é por este sistema, esta coisa instalada, que, em nome do negócio, suga a imaginação e o espírito da rádio e transforma uma considerável fatia da nação num exército indiferente de zombies-easy-listening.”

Eis A Matriz em todo o seu esplendor. O “sistema” que “suga a imaginação” e cria “zombies”, ou seja malta a dormir. Receita: Comprimidos Vermelhos com fartura. Benvindo ao mundo real caro Markl.

Dejá Vu

Ou como dizem os Radiohead, "No surprises".

Onde é que eu já vi este filme?



“Já são dois projectos a que estou associado que acabam desta maneira: amargamente, mas com uma tal quantidade de manifestações de apreço e afecto que é impossível, para quem esteve de alguma forma associado a este projecto, não deixar de sentir uma certa ideia de missão cumprida. Interrompida, mas cumprida.”

Markl, A culpa não é tua.

“A realidade é cada vez mais à prova do idealismo e do romantismo de movimentos como o que está a acontecer a propósito do fim da SIC Comédia”

A realidade… é uma Matriz. Acorda, Nuno.

Quinta-feira, Dezembro 28, 2006

O Natal de Mr Bean

Porque a malta quer é rir.

ESCOLHAS

aos olhos do criador

Comentário ao post de Pedro Arroja acima linkado:

"O ser humano foi criado com o livre arbítrio ou seja a necessidade de fazer escolhas. O ser humano acha que se for impedido de fazer escolhas perde a liberdade como tal reage mal a coisas impostas, seja pela religião seja pelo que for. No entanto o que significa realmente ser livre? Na minha opinião o ser humano só é feliz se fizer as escolhas corretas. Quais são elas? A resposta está n' A Matriz. Para achá-la tem é que se procurar com atenção."

Próxima pergunta: O QUE É A MATRIZ?

Love is all we need

Pela musica, pelo filme. Vale a pena ver este post. Grande Nelson.

Instrumentos de tortura – O Esmaga Cabeças

Este instrumento (na foto) é Veneziano e foi utilizado entre 1500 e 1700. Provém de uma coleção privada de Richmond, Virgínia. EUA, pertenceu ainda à colecção Schmidt-Meidoff de Berlim e à extinta colecção Friedlander-Manin de Veneza.

Os esmaga-cabeças, vêem da Idade Média e gozam de boa aceitação, por parte das autoridades do mundo actual.

Colocava-se o queixo da vítima na barra inferior e o capacete era empurrado para baixo, por um parafuso.

Qualquer comentário parece supérfluo. Primeiro, destroçam-se os alvéolos dentários, seguido das mandíbulas, até que os olhos saem das órbitas e, finalmente, o cérebro, pelo crânio fracturado.

Ainda que hoje em dia, não sejam instrumentos utilizados para a pena capital, os esmaga-cabeças ainda se usam, por vezes em interrogatórios.

O capacete e a barra inferior actuais estão cobertos de um material suave, que evita o aparecimento de marcas na vítima.

Informações sobre a origem, autoria e motivação da publicação deste post, aqui.

Terça-feira, Dezembro 26, 2006

MATIZES

Segunda-feira, Dezembro 25, 2006

Jingle bells, Jingle bells...

Blasfemia all the way...




Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

Blogger's Digest III



Para mim este é um dos melhores Blogs que conheço. Agora podem ouvir o autor do blog Vida de Casado, que inclusive já está editado em livro, o que comprova a sua popularidade na blogosfera.

Ouçam a entrevista feita por este site/rádio JPR - Jornalismo Porto Rádio aqui.

Blogger's Digest II

É só rir.

Excelente!

Blogger's Digest I

Ao passear na blogosfera encontram-se sempre temas polémicos. É o caso deste post de CAA no Blasfémias.

Entre os habituais comentários inflamados, encontram lá um meu que também transcrevo aqui, porque eu também gosto de opinar.

Opinemos então sobre a polémica que envolve a GNR e as suas "caças à multa":

"O que é preciso é sensibilidade e bom senso. Era bom o comando da GNR ter o bom senso de não irritar os que cumprem. Por outro lado alguns dos que aqui comentam [no blog Blasfémias] deviam também ter a sensibilidade necessária para não entrar em generalizações e pensar que por um lado os militares da GNR cumprem ordens, mas também para saber que alguns ou por excesso de zelo ou para mostrar serviço ou por prepotência pura vão além do que seria sensato. No fundo todos ralham e ninguém tem razão."

Terça-feira, Dezembro 19, 2006

Caso João Pinto

Nesta história toda ainda há alguém que se vai queimar. Não me parece que esse alguém venha a ser o Dr Filipe Soares Franco, ou o José Veiga.

Mas tenho fortes suspeitas que vai ser um ex-dirigente do SCP.

Um aristocrata portanto, já que o SCP é um clube de gente nobre.

Mas isto sou eu a falar. Não liguem a tudo o que eu digo.

"Eu só sei que nada sei."

Sábado, Dezembro 16, 2006

Momentos inesquecíveis

SPORTING 7 -1 BENFICA

É sempre bom recordar. Fez vinte anos no dia 14.

Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

Apito Dourado







Bandidos tremei.

Quarta-feira, Dezembro 13, 2006

Momentos inesquecíveis



"A Janela estava fechada....e o vidro foi à vida."
Sousa Cintra

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

Futebol Filosofal


Hilariante. São os Monty Python no seu melhor.

Domingo, Dezembro 10, 2006

Instrumentos de tortura – A Decapitação



A decapitação com espada (ou machado como se vê na foto) é, ainda hoje, um entretenimento público em muitos países e é executada com um golpe horizontal.

Era necessária uma longa aprendizagem para aperfeiçoar a força e a precisão do golpe, os verdugos mantinham-se em forma, treinando-se com animais nos matadouros e ainda com simulacros de condenados, providos de “cabeças” de cabaça.

A decapitação, pena “suave” quando efectuada com habilidade, estava reservada, exclusivamente, a condenados da nobreza ou pessoas importantes.

Os plebeus eram executados – no caso de execuções que não previam métodos dolorosos – com base em procedimentos que causavam agonias prolongadas.

O mais frequente destes, era e continua a ser, o enforcamento comum, no qual a vítima é erguida e estrangulada morrendo por asfixia devido ao seu próprio peso apertar o laço. No enforcamento “à Inglesa”, a vitima é largada com o laço ao pescoço abrindo-se um alçapão de uma forma brusca, o que na, maioria das vezes, causa a fractura das vértebras cervicais e da espinal-medula.


No caso da Guilhotina, uma cabeça cortada, com golpe rápido e certeiro, está ainda consciente enquanto rebola no chão ou no cesto. Essa consciência só se perde alguns segundos após o corte.

Informações sobre a origem, autoria e motivação da publicação deste post, aqui.

Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

Prognóstico antecipado

O novo Old Trafford

Ou muito me engano, ou hoje vai haver um resultado surpreendente em Old Trafford.

O que eu quero é que os meus amigos benfiquistas sejam felizes.

Mas nem sempre o que eu quero acontece porque o Tempo e o Imprevisto sobrevêm a todos.

Mas pelo que vi e ouvi, das declarações de alguns dos actores que vão desfilar no mítico estádio do Manchester United, vai ser um jogo aberto e com golos. Um desafio à Inglesa. Ou não.

Quarta-feira, Novembro 22, 2006

TEMPO

No post anterior fiz algumas previsões que podem falhar, mas isso só o Tempo dirá.

No entanto embora não tenha sido explícito deixei a entender no final do post que algo mais iria dizer. Ao colocar a Negrito a palavra Tempo.

É relativamente fácil fazer previsões quando temos a informação toda sobre alguns assuntos específicos e, acima de tudo,
algum controle sobre determinadas circunstâncias.

E de facto, eu tinha intencionado colocar este post com este título, por isso o negrito.

A única coisa que não pude controlar foi o Tempo. O tempo livre de o colocar aqui.

Isso foi uma das coisas que eu não podia prever, entre muitas outras que eu não controlo e que poderiam inclusivamente impedir-me de o colocar aqui, nem que tivesse todo o tempo do mundo.

Depois deste interlúdio, talvez um pouco longo e palavroso demais, passo ao tema do post, que está relacionado com este texto, que li algures e achei interessante tendo-o por isso guardado. Não é de minha autoria e não conheço pessoalmente o autor, mas isso não é importante.

O que é facto é que este texto abaixo transcrito, explica um pouco as razões d' A Matriz ainda não ter começado a destilar a sua verdadeira essência.

TEMPO

«“Ontem, entre o nascer e o pôr do sol, perderam-se duas horas muito valiosas, cada uma com sessenta minutos que valem ouro. Não se oferece recompensa por elas, porque se perderam para sempre.”

Esta frase foi escrita por uma autora Americana do Século 19 e ilustra que o homem está bem ciente da passagem do tempo. A cada tic-tac do relógio, avançamos um passo na corrente do tempo. E seremos sábios se fizermos bom uso do tempo.

Especialmente porque os dias da nossa vida são poucos e fugazes.

Os 70 ou 80 anos da duração normal da vida são breves demais para absorver o considerável conhecimento e tirar proveito de todas as outras coisas boas que esta terra possui.

O que é curioso é que a noção de tempo passado ou futuro, ou de eternidade, parece ser peculiar apenas ao homem.

Não se pode negar que todas as coisas vivas se apeguem à vida. Os animais comidos por outros animais procuram instintivamente escapar de seus predadores por fugirem ou se esconderem. Muitas criaturas lutam para proteger sua cria contra predadores.

Tal reacção instintiva à ameaça de morte desempenha um papel vital na preservação da vida animal.

Mas, significa isso que os animais podem avaliar o passado e o futuro assim como o homem?

Conforme sabemos, o homem pode reflectir no passado e planear o futuro. No sossego de seu próprio lar, ele pode pensar nos dias de sua mocidade — suas travessuras, seus desapontamentos, seus fracassos, seus sucessos. Pode planear acções futuras — construir uma casa nova, comprar mobília, decidir a espécie de educação que gostaria que seus filhos recebessem, e assim por diante.

Mas, por exemplo, será que um cão pode meditar na sua infância, nas crianças com que brincava então, no seu crescimento e acasalamento?

No seu livro Os Animais São Bem Diferentes , Hans Bauer mostra o que as pesquisas revelaram:

“O cão sempre precisa duma impressão real nos sentidos para poder evocar incidentes anteriores. Digamos que ele seja levado em certa ocasião a uma cidade desconhecida, na qual passa por um ou outro incidente. Depois de voltar para casa, as impressões recebidas terão sido esquecidas. Mas se ele voltar ao mesmo lugar, lembrar-se-á delas. De fato, é uma das peculiaridades e vantagens especiais do humano, em comparação com a estrutura psicológica animal, que o conteúdo da memória humana não é associado com as necessidades de cada dia, mas está encravado na corrente da consciência como um todo.”

Assim, dissemelhantes do homem, os animais não podem recordar eventos do passado.

Outra característica do tempo é que embora o tempo seja universal, nenhum homem que vive é capaz de defini-lo. É tão insondável quanto o espaço. Não há quem possa explicar onde começou a corrente do tempo e para onde vai.

É, contudo, possível entender certas características do tempo. Pode-se medir seu aparente índice de escoamento. Além disso, é apenas unidireccional. Como o tráfego numa rua de sentido único, o tempo passa inexoravelmente num só sentido — para a frente, sempre para a frente.

Qualquer que seja sua velocidade para a frente, jamais se pode fazer o tempo recuar. O presente em que vivemos é momentâneo.

Contudo, este presente está em movimento; corre continuamente em direcção ao passado, sem cessar.

O passado passou; entrou na história, e nunca poderá repetir-se. Toda tentativa de fazê-lo retornar é tão impossível quanto tentar fazer uma cascata cair de baixo para cima, ou uma flecha voar de volta em direcção do arco que a atirou. Nossos erros deixaram suas marcas na corrente do tempo; e procuramos aprender com eles de forma a tirar algum proveito na inevitabilidade do erro tão inerente à condição humana que praticamente a define.

O passado ou foi ganho ou foi perdido. Não se tem mais controle sobre ele.

O futuro é diferente. Está vindo sempre ao nosso encontro. Podemos reconhecer os obstáculos que porventura surjam diante de nós, e preparar-nos para fazer face a eles.

"AMA a vida?", perguntou Benjamin Franklin há muitos anos atrás. "Se assim for, não desperdice o tempo; pois ele é a matéria-prima da vida."

Portanto a forma como usamos o tempo presente pode determinar que futuro estamos construindo.»

Oxalá me engane

Suspeito que se hoje o Labreca jogar, e a sua influência for decisiva (leia-se: se muitas bolas forem à baliza através de remates fortes e de longe e houver muitos cruzamentos) no jogo, eu estarei aqui a escrever: "Eu não disse?"

Porquê? Por causa disto. E de outras parangonas exageradas como por exemplo (cito de memória):

“Assim nasce um herói!”

Se desta vez eu meter a viola no saco será talvez porque este
peso pluma
não vai jogar.

Talvez. Isto é tudo talvez.

Porque eu não prevejo o futuro. Mas vai haver um futuro, ah isso vai.

Amanhã falaremos sobre o passado e aí vai ser mais fácil de perceberem o que quero dizer.

É sempre possível prever o futuro quando se sabe tudo o que aconteceu no passado.

Eu não sei tudo. Mas sei alguma coisa.

Certezas? Só no presente se podem ter. Ao avaliar o passado.

Confusos? Depois eu explico. Quando tiver tempo.